Stirling Moss e o mago Colin Chapman conversando durante os testes do novo Lotus 18 - 1960
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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
sábado, 7 de outubro de 2017
Olhares...
Temporada de 1978...
GP do Canadá - circuito de Montreal...
Sob os olhares (e clicks) dos fotógrafos, Jean-Pierre Jarier #55 e Mario Andretti #5 (ambos com o Lotus 79) aguardam o momento de irem para a pista. O 'mago' Colin Chapman observa a tudo atentamente...
O GP canadense, o último da temporada, teve 70 voltas. Jarier largou da pole position, liderou a prova por 41 voltas, mas no giro #49 abandonou a disputa devido a problemas na bomba de óleo. Andreti, 9º no grid de largada, terminou a disputa na 10ª posição a 1 volta do vencedor...
A vitória foi do canadense Gilles Villeneuve (Ferrari). Jody Scheckter (Wolf) e Carlos Reutemann (Ferrari) completaram o pódio...
Alan Jones (Williams) anotou o giro mais rápido da prova com o tempo de 01:38.072...
--> 1ª vitória de Gilles Villeneuve; 3ª e última pole position de Jean-Pierre Jarier; 100º GP de Carlos Reutemann e Niki Lauda; 73ª vitória da equipe / motor Ferrari e 13º e último pódio da equipe Wolf na F-1...
quarta-feira, 25 de março de 2015
Winner...
Temporada de 1961...
GP dos EUA - circuito de Watkins Glen...
#15 - Innes Ireland - Team Lotus - Lotus 21 - motor Climax FPF L4 1.5 - pneus Dunlop...
O britânico Ireland celebrando com o manager Colin Chapman sua única vitória na F-1...
Largando da 8ª posição do grid e liderando 42 das 100 voltas do GP norte-americano, Ireland sagrou-se vencedor com mais de 4s de vantagem para Dan Gurney (Porsche) - o 2º colocado. Tony Brooks (BRM) completou o pódio...
O Pole Position foi Jack Brabham (Cooper) que registrou ainda a volta mais rápida da prova com o tempo de 01:18.200...
--> 1ª e única vitória e 4º e último pódio de Innes Ireland; 10º e último pódio e 38º e último GP de Tony Brooks; 66º e último GP de Stirling Moss; 5ª vitória da equipe Lotus; 10ª pole position da equipe Cooper e 18ª vitória do motor Climax na F-1...
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Lotus 88 e 88B...
por Renato Breder
O carro inovador de Colin Chapman, no qual as funções aerodinâmicas foram isoladas das funções puramente mecânicas, num esquema de chassis duplo, foi amplamente contestado pelas equipes rivais. Uma longa e estafante batalha nos tribunais acabaram por privar os fãs da Formula 1 de ver esse fantástico carro competindo de verdade num Grande Prêmio.
1981, 1a etapa – Grande Prêmio EUA-Oeste, Long Beach
Em Long Beach, o novo carro do Team Lotus, o inovador Lotus 88 foi aceito e aprovado pelos escrutinadores (delegados técnicos da organização do GP) na apresentação antes dos treinos oficiais.
As sessões de treinos na sexta-feira e sábado pela manhã não tinham cronometragem oficial. Apenas as sessões vespertinas tinham tempos considerados para a formação do grid. Na sexta-feira pela manhã os times davam suas voltas de instalação, testavam os sistemas e acertavam os setups dos carros para a sessão cronometrada . Nessa sessão matutina, o único modelo 88 da Lotus foi conduzido por Elio de Angelis. Nigel Mansell contava com uma Lotus 81.
| Elio de Angelis em Long Beach, treinando |
Na sexta-feira, ainda pela manhã, os times rivais entraram com um protesto contra a aprovação do carro da Lotus.
Pela hora do almoço, os organizadores do Grande Prêmio davam a Chapman a impressão de que o protesto não daria em nada, tanto é que Elio de Angelis começou o treino de sexta-feira à tarde com o Lotus 88. Mas um problema na bomba de combustível forçou o italiano a trocar para o Lotus 81. Após os reparos, De Angelis retornou ao 88 no fim da tarde mas priorizou o teste dos sistemas e não a marcação de um bom tempo de volta. Os tempos de volta relevantes foram marcados com o modelo 81. Alguns probleminhas ainda surgiram e a noite de sexta-feira foi de muito trabalho para os mecânicos da Lotus.
No fim do dia, os organizadores do GP anunciaram que o protesto havia sido mantido e o Lotus 88 estava "ilegal", mas poderia continuar testando até que autoridades "superiores" enfim tomassem uma decisão.
No sábado pela manhã, De Angelis de volta ao Lotus 88, inicia o treino, mas sem razão alguma (declarada) recebeu bandeira preta, sendo excluído dos treinos.
Sendo assim, tempos relevantes foram marcados apenas com a Lotus 81 de De Angelis.
1981, 2a etapa - Grande Prêmio do Brasil, Jacarepaguá (Autódromo Riocentro)
Houve uma sessão de treinos não oficial na quarta-feira anterior ao fim de semana do Grande Prêmio. De Angelis circulou com o Lotus 88 nesse treino pré-GP.
Nessa quarta-feira, a decisão inicial dos escrutinadores, acerca da elegibilidade do Lotus 88, foi adiada até que eles pudessem discutir a questão com os comissários técnicos do evento. No entanto, ambos aceitaram o carro como legal e este recebeu o selo de aprovação técnica que o habilitava aos treinos oficiais.
| De Angelis com um desnudo Lotus 88 nos pits de Jacarepaguá |
Na sexta-feira, no entanto, os escrutinadores pediram para examinar o carro novamente. Eles queriam verificar se o carro atendia ao regulamento que estabelecia que, com pneus vazios em um lado do carro, a carroceria não deveria tocar o solo. Fizeram o teste usando François Mazet (porta-voz do patrocinador) como piloto no cockpit. O carro mostrou-se dentro do regulamento, portanto legal. Os escrutinadores balançaram o carro para frente e para trás e ele continuava legal. Então eles pressionaram a carroceria para baixo e para cima e quando o carro tocou no solo - em circunstâncias bem artificiais e propositais - foi imediatamente considerado ilegal e excluído de qualquer participação no evento.
De novo, nenhum tempo oficial cronometrado para o Lotus 88.
O mais irônico é que a Brabham BT49C, de Gordon Murray, com sua suspensão hidro-pneumática, baixava a altura do carro quando estava correndo, bem abaixo dos 6 cm regulamentares, por vezes tocando o solo. O regulamento – mal escrito – dizia que quando o carro estava saindo ou chegando dos pits, a carroceria deveria estar, no mínimo, a 6 centímetros do solo. Não dizia nada sobre o restante da pista. Assim que saía do pitlane, a Brabham “automaticamente” baixava a alguns pouquíssimos milímetros do solo. Esse carro não foi banido ou excluído... quem era o chefão da Brabham? Bernie Ecclestone, que começava estender seus tentáculos sufocando a todos na F1 e ganhando o controle da categoria.
Após o GP de Long Beach, na Corte Internacional de Apelação, Chapman ganhou a causa com a ACCUS - autoridade esportiva nacional estadunidense - considerando o carro legal. Antes do GP do Brasil, vários times protestaram junta à FISA contra a decisão da ACCUS. Chapman pediu, então, à FISA que de uma vez por todas se decidisse sobre a legalidade ou não do carro.
1981, 3a etapa - Grande Prêmio da Argentina, Buenos Aires
Em Buenos Aires, os escrutinadores não foram tão benevolentes com o Lotus 88. O carro foi rejeitado assim que foi apresentado.
Chapman manifestou seu desgaste e cansaço com a situação, dizendo-se vítima de uma conspiração num press-release na sexta-feira. Ele, inclusive, ameaçou abandonar o automobilismo pelo caso da Lotus 88. Chapman estava tão desapontado com tudo que partiu de Buenos Aires antes do fim dos treinos. E pela primeira vez em 22 anos, ele não esteve nos pits para ver seus carros correrem no domingo.
Pela suposta conspiração, o presidente da FISA, Jean-Marie Ballestre, impôs uma multa de 100 mil dólares a Chapman pelas "escandalosas e inverídicas" alegações contra a integridade dos fiscais dos Grandes Prêmios.
Pela terceira vez nenhum tempo oficial cronometrado para o Lotus 88.
1981, 4a etapa - Grande Prêmio de San Marino, Ímola
Na semana anterior ao Grande Prêmio de San marino, o Tribunal da FIA baniu o Lotus 88 e com isso, Colin Chapman desistiu da participação das atividades do GP em Ímola.
No Grande Prêmio da Bélgica, a Lotus voltou apenas com modelos 81B. Durante todo o imbróglio com o Lotus 88, o “outro” modelo da Lotus nos grandes prêmios iniciais, o 81, nem sequer foi desenvolvido ou atualizado. Por isso, para o GP belga a Lotus alterou seu modelo antigo.
Apesar disso, no Grande Prêmio seguinte, o de Mônaco, a Lotus apareceu com novos carros para De Angelis e Mansell, o modelo 87.
Mas Chapman ainda tentava convencer o “circo” da F1 que seu modelo inovador também atendia às exigências do regulamento. Chapman e o Team Lotus executaram então algumas 'leves' modificações no 88 a fim de torná-lo 'legal' aos olhos da FISA.
1981, 9a etapa - Grande Prêmio da Grã-Bretanha, Silverstone
Na quarta-feira anterior ao Grande Prêmio, o Team Lotus apresentou três Lotus 88B, o original 88 'modificado' e dois outros novos em folha. Eles foram aprovados pelos escrutinadores da RAC (Royal Automobile Club) e cerca de 2 horas depois, Ferrari, Alfa Romeo e Talbot-Ligier apresentaram um protesto oficial contra a aprovação do carro.
| Três Lotus 88B: Mansell, De Angelis e carro reserva |
Durante toda a quinta-feira - o GP britânico ocorria aos sábados àquela época - os carros da Lotus participaram das sessões de treinos matutino e vespertino (cronometrado). Enquanto isso, os comissários do GP discutiam com os representantes da FISA sobre a questão da Lotus.
A RAC estava do lado da Lotus e deixou toda a decisão nas mãos dos comissários do evento.
Na sexta-feira, todas as decisões deram meia-volta e o Lotus 88B foi declarada ilegal e os tempos registrados por De Angelis e Mansell (na única vez que pilotou o 88B) na quinta-feira à tarde foram excluídos.
A RAC entendia que ela tinha plenos poderes sobre seu próprio GP, o que não era verdade, e a FIA, através da FISA podia e pôde vetar quaisquer decisões tomadas pelos comissários ou pelos organizadores.
A FIA/FISA considerou o Lotus 88B como uma derivação do Lotus 88 que já havia sido declarado ilegal pela Corte Internacional de Apelação.
Como resultado, o Team Lotus ficou com um enorme trabalho de "converter" os Lotus 88B em Lotus 87 para as atividades da mesma sexta-feira.
Foi o fim da saga do Lotus 88...
Na quinta-feira, o mais rápido no treino cronometrado foi René Arnoux (Renault RE30) com o tempo de 1'12.158. Nesse mesmo treino, o pior tempo - 30o tempo - foi de Beppe Gabbiani (Osella FA1B) com 1'20.377. Nigel Mansell, com o Lotus 88B, marcou apenas o 17o tempo: 1'15.922 e De Angelis, também com o 88B, o 19o tempo: 1'16.029.
No dia seguinte, sexta-feira à tarde, Arnoux baixou seu tempo para 1'11.000... cravadaço! De novo o melhor tempo do dia (e o tempo da pole position1). Mansell e De Angelis participaram ambos a bordo de suas Lotus 87. Mansell piorou seu tempo, marcando 1'16.432, o 26o tempo da sessão. De Angelis melhorou seu tempo baixando para 1'15.971, o 22o tempo entre 30 pilotos naquele dia.
Como havia apenas 24 vagas no grid, no agregado De Angelis qualificou-se para o GP com o 22o tempo e Mansell não se qualificou com o 27o tempo.
| Mansell em Silverstone, em sua única vez com o Lotus 88B |
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Team Lotus...
Temporada de 1972...
Colin Chapman e toda a equipe Lotus durante a apresentação dos F1 e F3 na sede de Enstone/Oxfordshire, na Inglaterra...
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Descontraído...
Temporada de 1968...
GP da Bélgica - circuito de Spa-Francorchamps...
Graham Hill - Gold Leaf Team Lotus - Lotus 49B - motor Ford Cosworth DFV V8 3.0 - Firestone...
Hill conversando com Colin Chapman - que está bem a vontade - nos boxes de Spa-Francorchamps antes da realização da prova...
Esse GP deu início ao uso das asas nos carros da F1...
Será que a conversa entre eles era para decidir usar ou não a novidade???
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Champagne...
Temporada de 1972...
GP da Inglaterra - circuito de Brands Hatch...
Emerson Fittipaldi (Lotus 72D) ao lado de Colin Chapman celebra a vitória no GP da Inglaterra (a 4ª em sua carreira)...
Foram 76 voltas, 28 das quais na liderança...
Partindo da 2ª posição do grid, Emerson se manteve atrás de Jack Ickx (Ferrari) - o pole position até o giro #24 quando perdeu a posição para Jackie Stewart (Tyrrell)...
Na volta #36 recuperou a posição de Stewart e após o abandono de Ickx no giro #48 assumiu a liderança vencendo a disputa com mais de 4s de vantagem para Stewart, o 2º colocado. Peter Revson (McLaren) completou o pódio...
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Monsters...
Temporada de 1965...
GP da Alemanha - circuito de Nurburgring...
A alegria reinante entre três gigantes...
Pódio: Jim Clark (Lotus), Graham Hill (BRM) e Dan Gurney (Brabham)...
Pole position: Jim Clark...
Fast lap: Jim Clark - 08:24.100...
--> 19ª vitória e 2º Título de Campeão Mundial de Jim Clark; 24ª vitória da equipe Lotus e 40ª e última vitória do motor Climax na F-1...
domingo, 23 de junho de 2013
Dream Team...
Amigos, bom dia a todos...
Temporada de 1973...
Colin Chapman e Emerson Fittipaldi e o Lotus 72E equipado com o motor Ford Cosworth V8...
Que circuito é esse???
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Celebration...
Temporada de 1978...
GP da Bélgica - circuito de Zolder...
Colin Chapman se prepara para comemorar, com seu estilo inconfundível, a vitória de Mario Andretti e o 2º lugar de Ronnie Peterson, a dupla de pilotos da Lotus...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Mago...
Temporada de 1979...
GP de Mônaco - circuito de Monte Carlo...
Carlos Reutemann - Lotus 79...
"Lole" e o carona Nelson Piquet sendo observados pelo "mago" Colin Chapman...
sábado, 25 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Pit Lane...
Amigos, bom dia a todos...
GP da Bélgica de 1968...
Circuito de Spa-Francorchamps...
O mago Colin Chapman observa os mecânicos de sua equipe trabalhando na caixa de marchas do Lotus 49B enquanto Graham Hill aguarda para retornar à pista...
domingo, 22 de julho de 2012
Desfile....
Amigos, bom dia a todos...
Jim Clark e Colin Chapman desfilando com o Lotus 25 nas ruas de Londres após a conquista do campeonato mundial...
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Gênios...
Colin Chapman e Jackie Stewart no intervalo dos treinos classificatórios para o GP de Mônaco de 1969...
Dois gênios, cada um a seu modo...
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