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quinta-feira, 3 de setembro de 2020

terça-feira, 31 de março de 2015

Clark...

Temporada de 1961...

GP de Mônaco - circuito de Monte Carlo...

#28 - Jim Clark - Team Lotus - Lotus 21 - motor Climax FPF L4 1.5 - pneus Dunlop...

Largando na 3ª posição do grid, Clark passou a enfrentar problemas em seu Lotus a partir da 2ª volta e terminou a prova na 10ª e última colocação a 11 voltas do vencedor...

O GP monegasco teve 100 voltas mas somente os 3 primeiros colocados completaram o total de voltas previsto...

A vitória foi de Stirling Moss (Lotus). Richie Ginther e Phil Hill, a dupla da Ferrari, completaram o pódio...

Stirling Moss foi o pole position e ainda registrou, juntamente com Richie Ginther, a volta mais rápida da prova com o tempo de 01:36.300...

--> 15ª vitória, 19ª e última melhor volta e 16ª e última pole position de Stirling Moss; 1ª melhor volta de Richie Ginther; 3ª vitória da equipe Lotus e 16ª vitória do motor Climax na F-1...

quarta-feira, 25 de março de 2015

Winner...

Temporada de 1961...

GP dos EUA - circuito de Watkins Glen...

#15 - Innes Ireland - Team Lotus - Lotus 21 - motor Climax FPF L4 1.5 - pneus Dunlop...

O britânico Ireland celebrando com o manager Colin Chapman sua única vitória na F-1...

Largando da 8ª posição do grid e liderando 42 das 100 voltas do GP norte-americano, Ireland sagrou-se vencedor com mais de 4s de vantagem para Dan Gurney (Porsche) - o 2º colocado. Tony Brooks (BRM) completou o pódio...

O Pole Position foi Jack Brabham (Cooper) que registrou ainda a volta mais rápida da prova com o tempo de 01:18.200...

--> 1ª e única vitória e 4º e último pódio de Innes Ireland; 10º e último pódio e 38º e último GP de Tony Brooks; 66º e último GP de Stirling Moss; 5ª vitória da equipe Lotus; 10ª pole position da equipe Cooper e 18ª vitória do motor Climax na F-1...

domingo, 22 de março de 2015

Nanicas: Ferguson...

Temporada de 1961...

GP da Inglaterra - circuito de Aintree...

Inscrito para a disputa do GP inglês pela RRC Walker Racing Team o Ferguson P99 era equipado com o motor Climax FPF L4 e pneus Dunlop...

Projetado por Harry Ferguson e construído pela dupla Tony Rolt e Claude Hill, o carro possuía 4 rodas motrizes e um sistema anti-travamento das mesmas...

Jack Fairman foi o responsável por alinhar o P99 na 20ª posição do grid e o guiou por 39 voltas e depois passou o volante para ninguém menos que Stirling Moss que ficou na pista por mais 17 voltas...

Ao final da prova o carro foi desclassificado...

O P99 disputou ainda uma corrida extra-campeonato em Oulton Park com Stirling Moss sagrando-se vencedor...

sábado, 22 de novembro de 2014

Entrevista...

Temporada de 1961...

GP da Bélgica - circuito de Spa-Francorchamps...

O alemão Wolfgang Von Trips (Ferrari 156) sendo entrevistado antes da disputa do GP belga...

Na prova, Von Trips travou um bom duelo com seus parceiros de equipe terminando a disputa na 2ª posição...

terça-feira, 16 de setembro de 2014

The Wall...

Temporada de 1961...

GP da Bélgica - circuito de Spa-Francorchamps...

O público observando, bem de perto, seus ídolos mergulharem de 'pé em baixo' na Eau Rouge durante o GP belga...

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

La Source...

Temporada de 1961...

GP da Bélgica - circuito de Spa-Francorchamps...

Phil Hill e Wolfgang Von Trips (a dupla de Maranello - Ferrari 156) contornando a La Source durante a realização do GP belga...

Após 30 voltas a equipe italiana deu um banho na concorrência colocando seus 4 carros nas primeiras 4 posições.

Phil Hill foi o vencedor. Wolfgang von Trips e Richie Ginther completaram o pódio e Olivier Gendebien foi o 4º colocado.

Phil Hill largou na pole position e Richie Ginther registrou a volta mais rápida da corrida como tempo de 03:59.800...

--> 2ª vitória de Phil Hill; 1º GP de Lorenzo Bandini e 32ª vitória da equipe Ferrari na F-1...

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Practice only...


Temporada de 1961...

GP da Alemanha - circuito de Nurburgring...

Phil Hill - Scuderia Ferrari SpA SEFAC - testando o Ferrari 156 do seu companheiro de equipe Richie Ginther na véspera do GP alemão...

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Le Casino...


Temporada de 1961...

GP de Mônaco...

Wolfgang Von Trips e seu Ferrari 156 contornando a curva Loews quando ainda se chamava Gare...

Observem que Stirling Moss, um tanto desatento, se prepara para atravessar a pista, enquanto von Trips passa...

Foto e texto enviados pelo amigo "Caranguejo"...

sábado, 12 de maio de 2012

Fatalidade...


Wolfgang Von Trips em seu Ferrari 156 momentos antes da largada do GP da Itália de 1961, disputado no circuito de Monza...

O alemão Von Trips, pole position do GP italiano, tocou roda com roda com Jim Clarck no início da 2ª volta na curva elevada de Monza, projetando a Ferrari contra o alambrado e vitimando o piloto e mais 13 espectadores...

Von Trips foi o 1º alemão a vencer na F1 e ao chegar em Monza tinha 33 pontos no campeonato, 7 à frente de Phil Hill, seu parceiro de Ferrari...

Existia a expectativa de que ele se tornasse o primeiro alemão campeão do mundo de F1... 

Simplicidade...


Amigos, bom dia a todos...

GP da França de 1961...

Circuito de Reims...

Seria uma auto-estrada francesa?

Um cenário de muita liberdade...

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Start...


GP da Alemanha de 1961...

Circuito de Nurburgring...

Pódio: Stirling Moss (Lotus), Wolfgang von Trips e Phil Hill (Ferrari). Moss liderou as 15 voltas do GP alemão depois de largar na 3ª posição...

Pole position: Phil Hill...

Fast lap: Phil Hill – 08:57.800...

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Países Baixos...


GP da Holanda de 1961...

Circuito de Zandvoort...

Wolfgang von Trips e Phil Hill, a fizeram a dobradinha da Ferrai e venceram o GP holandês. Jim Clark (Lotus) completou o pódio...

A pole position foi Phil Hill e a volta mais rápida da corrida foi registrada por Jim Clark – 01:35.500...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Genialidade...

O lendário Jim Clark e seu Lotus 21 no GP da Holanda de 1961, no circuito de Zandvoort... Clark largou da 10ª posição do grid e fechou a prova em 3º, atrás somente da dupla ferrarista Wolfgang von Trips e Phil Hill...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Laranja Mecânica...


Carel Godin de Beaufort - Ecurie Maarsbergen Team, em seu Porsche 718 no GP da Alemanha de 1961, no circuito de Nürburgring...

O holandês Godin classificou-se em 17º no grid de largada, terminando a prova na 14ª posição, a 1 volta do vencedor, o inglês Stirling Moss (Lotus). Wolfgang von Trips e Phil Hill, ambos da Ferrari, completaram o pódio...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Stadium...


GP da Inglaterra de 1961, disputado no circuito de Aintree... 

A vitória foi do alemão Wolfgang von Trips, Phil Hill foi o 2º e Richie Ginther completou o pódio... Todos defendiam a Ferrari...

O pole position foi Phil Hill e a volta mais rápida da corrida foi de Tony Brooks (BRM) – 01:57.800...

domingo, 29 de janeiro de 2012

Yellow...



Olivier Gendebien - Scuderia Ferrari, e sua Ferrari 156 no GP da Bélgica de 1961, no circuito Spa-Francorchamps...

O belga Gendebien fez o 3º tempo na classificação, liderou 3 voltas e terminou a prova na 4ª colocação...

A Scuderia Ferrari teve um domínio "esmagador" diante de seus adversários: Phil Hill foi vencedor, Wolfgang von Trips foi o 2º colocado e Richie Ginther completou o pódio... Phil Hil foi o pole position e Richie Ginther fez a volta mais rápida da corrida - 03:59.800...

A curiosidade é que somente a Ferrri de Gendebien era amarela...

Woods...



Hans Herrmann - Team Ecurie Maarsbergen, em seu Porsche 718 durante o GP da Holanda de 1961, circuito de Zandvoort...

O alemão Herrmann classificou seu Porsche no 12º posto do grid de largada mas durante a prova teve problemas e terminou em último lugar...

Wolfgang von Trips e Phil Hill fizeram a "dobrabinha" da Ferrari e Jim Clark (Lotus) completou o pódio...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Trio ferrarista...


Formação do grid de largada do lendário GP de Mônaco de 1961, no circuito de Monte Carlo... E os carros ferraristas conduzidos para o alinhamento: #40 - Wolfgang von Trips, #36 - Richie Ginther e #38 - Phil Hill...

A prova foi vencida pelo inglês Stirling Moss (Lotus), seguido do estadunidense Richie Ginther (Ferrari) e completou o pódio o também americano Phil Hill (Ferrari)...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

FNM D11000 - o lendário Fenemê

Amigos, encontrei um belíssimo exemplar do FNM D11000 nas ruas da querida Barbacena e acabei registrando aquele que foi um dia, considerado o "rei das estradas brasileiras".
FNM D11000 - 1961
FNM D11000 - 1961

Um pouco da história:

Após a frustrada tentativa em 1949 de fabricar os caminhões Istotta Fraschini no Brasil – a matriz italiana fechou as portas em 1950, quando apenas cerca de 200 veículos haviam saído da linha de montagem –, a Fábrica Nacional de Motores firmou acordo, no mesmo ano, com outra empresa italiana, a Alfa Romeo, para produzir aqui os seus renomados caminhões.

Os primeiros deles, baseados no Alfa Romeo 800 (com motor diesel de 115 CV) começaram a ser montados já em 1951, e receberam a denominação provisória 800 BR.  No ano seguinte, com o início das vendas e da utilização comercial desse modelo, constatou-se a necessidade de um propulsor mais possante, o que levou a fábrica a trocá-lo pelo motor do A.R. 900, de 130 CV;  comercializado a partir de 1953, esse caminhão recebeu a designação FNM D-9.500 , em função da cilindrada do seu motor: 9.495 cm3.  Esses FNMs, classificados na categoria dos caminhões pesados, eram considerados bastante possantes para a época, e aceitavam diversas configurações, como “toco” (2 eixos), “trucado”(3 eixos), basculante e cavalo mecânico;  e, como se isso não bastasse, eram robustos, resistentes, com mecânica confiável e dotados de uma até então inédita e espaçosa cabine-leito avançada.

Graças a todas essas qualidades, o modelo D-9.500 obteve sucesso imediato, e não tardou para que ele começasse a desbancar os caminhões pesados importados, na sua maioria ingleses e americanos: Aclo, Leyland, International, GMC, Mack, White, etc.. Assim “nasceram”, portanto, os primeiros fenemês, caminhões pioneiros da indústria automobilística nacional, que viriam a fazer história nas precárias estradas do país, enfrentando e vencendo condições terríveis em meio à buraqueira, à poeira e à lama, e tornando-se em pouco tempo uma espécie de “lenda viva” do transporte rodoviário nacional.

Mas, não obstante a sua enorme aceitação – a fábrica nunca conseguira atender à demanda –, o tempo passou e verificou-se a necessidade de introduzir aperfeiçoamentos técnicos nos bravos D-9.500.  O resultado disso foi que, em fins de 1957, a Fábrica Nacional de Motores anunciava a chegada da segunda geração de caminhões FNM/Alfa Romeo:  o modelo D-11.000, recheado de inovações técnicas, como o motor AR 1610 de 150 CV, caixa de direção mais moderna, caixa de câmbio separada do propulsor, embreagem mais suave e várias outras melhorias. Como esperado, foi saudado com entusiasmo pelos usuários, que faziam fila para adquiri-lo na fábrica e nas concessionárias.

A produção do FNM D-11000 iniciou-se com nacionalização de cerca de 90% das peças. Considerado o mais resistente caminhão brasileiro, rapidamente ganhou fama e foi largamente comercializado na versão civil, sendo um importante meio de ajuda à integração e desenvolvimento do país.

O FNM era equipado com um motor Diesel de 150 HP, Alfa Romeo, seis cilindros, de injeção a quatro tempos, relação de compressão de 17:1, 11.050 cilindradas e rotação máxima de 2000 por minuto, uma novidade para a época pois a maioria usava motor a gasolina. O bloco do motor era fundido em liga leve de alumínio, com camisas removíveis, facilitando em muito a manutenção e reparos até no caso de retífica do motor. Possuía quatro marchas normais e quatro multiplicadas á frente e marcha a ré normal e multiplicada. Duas árvores de transmissão, dianteira entre a embreagem e caixa de mudança, e a traseira entre a caixa de mudanças e o diferencial.

Versátil, eficiente e econômico, dotado de um chassi de extraordinária robustez, suportando pesadas sobrecargas em estradas de grande precariedade e principalmente de terra, possuía sete travessas de aço que reforçavam ainda mais a estrutura do chassi, com diversos modelos, caminhão comum, cavalo mecânico e apenas o chassi, para adaptação como basculante, e ainda na versão chassi longo, que recebia um terceiro eixo. Seu peso era da ordem de 5.900kg, podendo transportar uma carga útil de 8.100kg e rebocar mais 18.000kg. Sua suspensão era de feixe de molas semi-elípticas, sendo a traseira com dois estágios de flexibilidade, mediante feixe de molas principal e auxiliar.
O consumo de combustível para cada 100km rodados era de 28 litros como caminhão normal e 40 litros quando com reboque, e seu consumo de lubrificante era de 0,400kg para cada 100km.

Uma inovação importante era o fato de possuir leito suspenso no interior da cabine, dando um conforto maior ao motorista e ajudante, uma vez que existiam cabines com apenas dois assentos e cabines com duas camas, que podiam ser transformadas em um confortável banco para quatro pessoas, amplas e com excelente visão.

Outra inovação era no item segurança, pois possuía circuitos de freios dianteiros e traseiros totalmente independentes, freios pneumáticos Whestinghouse, de ação instantânea, que numa eventualidade de “estourar” um circuito, o motorista poderia prosseguir viagem até a próxima oficina.

Este caminhão chegou a ser operado pelo Exército Brasileiro não só dentro do território nacional, mas alguns foram enviados para a região de Gaza, no Oriente Médio para servir como transporte em auxílio às tropas brasileiras que estavam a serviço da ONU na região, tentando evitar conflitos entre Árabes e Judeus.

Sem dúvida foi um marco importante não só como o primeiro caminhão
totalmente “Made in Brasil”, produzido em série e empregado tanto no meio civil como no militar, operando sob severas e árduas condições, como também mostrou a importância deste tipo de veículo, que foi produzido no país por diversas outras empresas e marcas, consolidando uma importante indústria voltada para a área de caminhões.

A FNM foi adquirida em 1976 pela Fiat e encerrou suas atividades no Brasil em 1985, muito embora a produção de caminhões tenha chegado ao fim em 1983.

DADOS TÉCNICOS

Fabricante: Fábrica Nacional de Motores S/A

Modelo: FNM D-11.000
Comprimento máximo: 7,61m
Largura máxima: 2,40m
Altura máxima: 2,68m
Peso do veículo: 5.900kg
Peso do veículo com carga total: 15.000kg
Peso rebocável máximo: 18.000kg

Motor: Alfa Romeo AR 1610, Diesel, 6 cilindros, 150Hp, refrigerado a água
Alimentação: Injeção direta, bomba de injeção com êmbolos, de débito regulável, marca Bosch
Capacidade de combustível no tanque: 140 litros
Autonomia a plena carga: 500km
Autonomia com reboque a plena carga: 350km
Sistema elétrico: 24 volts para o motor e 12 volts para diversos aparelhos e acessórios