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sábado, 13 de dezembro de 2014

First National...

Temporada de 1975...

GP da Holanda - circuito de Zandvoort...

#28 - Mark Donohue - Penske Cars - Penske PC1 - motor Ford Cosworth DFV V8 3.0 - pneus Goodyear...

18º no grid de largada, Donohue leveu seu PC1 à 8ª posição na prova após 75 voltas...

A vitória foi de James Hunt (Hesketh). Niki Lauda e Clay Regazzoni, a dupla ferrarista, completaram o pódio...

Niki Lauda foi pole position e ainda registrou a volta mais rápida da corrida com o tempo de 01:21.540...

--> 1ª vitória de James Hunt; 50º GP de Niki Lauda; 1ª e única vitória da equipe Hesketh; 150º GP da equipe Brabham e 83ª vitória do motor Ford Cosworth na F-1...

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Park...

Temporada de 1974...

GP do Canadá - circuito de Mosport Park...

Mark Donohue - Penske Cars - Penske PC1 - motor Ford Cosworth DFV V8 3.0 - pneus Goodyear...

Era a estreida da equipe Penske na categoria e Donohue, largando da 24ª posição do grid, terminou a prova na 12ª colocação a duas voltas do vencedor, o brasileiro Emerson Fittipaldi (McLaren)...

Clay Regazzoni (Ferrari) e Ronnie Peterson (Lotus) completaram o pódio...

O Pole position do GP canadense foi Emerson Fittipaldi e a volta mais rápida da corrida foi registrada por Niki Lauda (Ferrari) com o tempo de 01:13.659...

Os brasileiros na prova: além de Emerson Fittipaldi - vencedor, José Carlos Pace (Brabham) completou a corrida na 8ª colocação...

--> 6ª e última pole position e 12ª vitória de Emerson Fittipaldi; 85º e último GP de Jean-Pierre Beltoise; 12ª vitória de equipe McLaren; 1º GP da equipe Penske e 77ª vitória do motor Ford Cosworth na F-1...

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Captain Nice...


Este era um dos apelidos de MARK NEARY DONOHUE. Nem podia ser diferente. No mundo da velocidade, cheio de olhares ameaçadores, calculistas ou mesmo hostis, Donahue estava sempre com um sorriso curioso, uma expressão divertida no rosto bochechudo. Não parecia perigoso, mas pilotando... 

Mark começou a correr em 1957 com um Corvette. Estava com 22 anos e logo iria graduar-se em Engenharia Mecânica, conhecimento que lhe daria uma vantagem extra sobre os concorrentes.

Nos anos 60, ajudado pelo piloto Walt Hansgen, participa de sua primeira 12 Horas de Sébring (1965) com uma Ferrari 275. Também consegue bons resultados na SCCA nas Classes B e C. Em 1966 estréia nas 24 Horas de Le Mans com um Ford GT40, mas quebra logo no início (parceria com Paul Hawkins). Em 1967, de volta à pista francesa, corre em dupla com outro grande conhecedor de carros, Bruce McLaren, com quem não se entende bem, mas obtém uma 4ª colocação. Nesse ano nos Estados Unidos, tem início sua participação na Trans-Am Series, disputando pela Equipe de Roger Penske. Vencerá na categoria por três oportunidades, no biênio 68-69 com um Camaro e em 71 com um AMC Javelin.  

Versátil, atua ainda na Canadian American Challenge Cup (Can-Am) e sobra tempo para participar das 500 Milhas de Indianápolis. Seu contato com a Fórmula 1 ocorre em 1971, em Mosport Park, quando leva seu McLaren M19 a uma terceira colocação, atrás apenas de Jackie Stewart e Ronnie Peterson (campeão e vice daquela temporada), um grande resultado para um estreante. Nos anos seguintes porém, irá focar no automobilismo doméstico, com grandes resultados. Vence em Indianápolis, 1972, com o McLaren M16-Offy (primeira vitória da Equipe Penske na tradicional prova) e desenvolve o fantástico Porsche 917/30, o “Can-Am Killer”, um dos mais intimidadores carros de competição do mundo. Com o 917/30 vence tranquilamente o campeonato de 73 e depois de outra conquista pioneira, o IROC Series, torneio que reunia os melhores  pilotos  das  Américas  e  da  Europa  em  um desafio com carros iguais (no caso o Porsche RSR), decide aposentar-se. Mas será trazido de volta às pistas pelo velho parceiro, Roger Penske, em seu novo projeto, a Fórmula 1. 

O novo Penske PC1, estréia com Donahue ao volante no GP do Canadá de 1974. Mas a meta é fazer toda a temporada de 75. Esse era o grande desafio para Mark. O Penske mostra-se difícil de acertar. Nas nove provas iniciais, são quatro quebras e os melhores resultados são um 5º lugar em Anderstorp e um 7º em Buenos Aires. Isso faz com a Penske Racing abandone o projeto e enquanto prepara um novo modelo, continua competindo, com um March 751. 

Na estréia, no GP de Silverstone, Donohue é o quinto. Abandona em Nurburgring e está participando do warm-up do GP da Áustria quando um pneu furado o faz sair da pista. Sem controle, voa por sobre os rails e atinge dois fiscais e bate em uma placa publicitária.

Socorrido, o piloto não parece especialmente machucado. Está consciente e parece apenas tonto pela batida. Levado ao hospital para exames, ele desmaia e só então os médicos percebem a extensão da tragédia. Mark sofreu traumatismo craniano ao bater a cabeça na placa publicitária. Ele entra em coma e morre dois dias depois. 

Permaneceu seu legado, de piloto rápido, o grande conhecimento do meio mecânico e além das conquistas, o recorde mundial de velocidade, estabelecido em Talladega oito dias antes de seu falecimento, com o Porsche 917/30: 221,120 mph (355, 858 km/h), marca que durou onze anos.

Caranguejo...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Pit Lane...


O Penske PC1 de Mark Donohue sendo prepado para a disputa do GP do Brasil de 1975, no circuito de Interlagos...

Ao lado o Lola T370 do inglês Graham Hill...

Donohue conseguiu o 15º do grid de largada mas não completou a prova. No giro #22 abandonou a disputa com problemas mecânicos...

A festa do pódio foi verde-amarela com a vitória de José Carlos Pace (Brabham) e o 2º lugar de Emerson Fittipaldi (McLaren). Jochen Mass, companheiro de Emerson, completou o pódio.

Jean-Pierre Jarier (Shadow) foi o pole position e autor da volta mais rápida da corrida – 02:34.160...