sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A volta do turbo e do efeito-solo em 2013. Será?



As equipes da Fórmula 1 estão próximas de finalizar o acordo para o regulamento da temporada 2013, com o retorno dos carros com efeito-solo e os motores turbo, como no início dos anos 1980. Os grupos de trabalho da Associação dos Times (Fota) chegaram a um consenso para melhorar o espetáculo da categoria e tornar a modalidade mais amigável ao meio ambiente.

 No motor, as regras estiveram em discussão pelas equipes há algumas semanas. O padrão devem ser unidades turbo de 1,6 litro e com quatro cilindros. Eles terão vários sistemas de recuperação de energia e deverão render cerca de 650 cavalos. A ideia é limitar o número de propulsores a cinco por piloto durante a temporada.

Em uma aposta para aumentar o apelo ecológico da categoria, as equipes querem gastar menos combustível e impor um limite para que os motores também sejam econômicos. No chassi, Patrick Head, sócio da Williams, e Rory Byrne, ex-projetista da Ferrari, estão trabalhando ao lado da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para elaborar o conceito das novas regras. A ideia é melhorar o número de ultrapassagens em relação à Fórmula 1 atual.

- Melhor do que gastar tanta gasolina quanto atualmente, teremos um medidor de combustível para que ele não possa ser queimado a mais do que o permitido. É a melhor solução no momento. Eles estão falando de aumentar a pressão aerodinâmica nos difusores e o efeito-solo, como no início da década de 1980. Além disso, melhorar a proteção em acidentes levando as laterais mais para a frente do carro - diz Sam Michael, diretor-técnico da Williams.

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