sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Brabham, por que não?

por Rafael Lopes

Jack Brabham no GP dos Estados Unidos de 1969

Estava conversando no início desta semana com o Alexander Grünwald, companheiro do SporTV e que me substituiu aqui no Voando Baixo durante as minhas férias, no mês de janeiro, sobre a Fórmula 1 e principalmente sobre a situação da Honda (ou ex-Honda, como quiserem). Após um ótimo papo, chegamos a uma hipótese que pode até parecer um pouco maluca. Mas faz muito sentido.

Parece certo de que a equipe entrará na pista nesta temporada, tanto que a FIA manteve os números (18 e 19) destinados a ela reservados. Outro ponto comum é que a dupla de pilotos deverá ser mesmo formada por Jenson Button e Bruno Senna, como a notícia publicada no respeitadíssimo site Grand Prix deu a entender nesta quinta-feira e causou alvoroço entre os jornalistas e os fãs de Fórmula 1.

Além de todas essas “quase” certezas, ainda temos o apoio de Bernie Ecclestone à formação desta nova equipe. O chefão da Fórmula 1 é um dos principais interessados em que o time coloque seus dois carros na pista, já que supostamente ele teria contratos comerciais que o obrigariam a ter 20 pilotos nos GPs.

A presença de Bernie Ecclestone na formação deste novo time nos fez pensar: por que o nome da equipe não poderia ser Brabham? Afinal, o atual mandatário da Fórmula 1 foi dono dela (e a utilizou como trampolim para assumir a liderança da associação das equipes) nas décadas de 1970 e 80. Além disso, neste ano será completado o aniversário de 50 anos do primeiro título da lenda australiana Jack Brabham, fundador da equipe em 1962 e tricampeão da categoria nos anos de 1959, 1960 e 1966. Uma bela homenagem, não é mesmo?

De quebra, reeditar o nome desta lendária equipe agradaria a todos: pilotos, patrocinadores e ao próprio chefão da F-1. Em um ano que as novidades aerodinâmicas no regulamento trazem um visual retrô aos carros, nada melhor do que a volta de uma equipe vencedora.

Então, por que não?

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